A poesia dos anjos da floresta de Walmir Alexandre vem da mágica com que ele tece o barro

São anjos caboclos mesclados a pássaros de olhares profundos e sentimentos inocentes.

Estão prontos a levantar voo por sobre florestas, cerrado e sonhos.

Seduzem na esperança dos mitos e magias que nos protegem e abençoam.

As formas livres e as cores naturais guardam na forma o segredo que não será revelado.

São aqui do sertão, cabinhos das nossas matas áridas que dançam e voam, ora passarinhos ora curumins.

Mostram e desvendam o menino livre e sonhador , poeta do barro que enriquece nosso olhar com anjos protetores. Salve, salve Walmir Alexandre, e seus mitos e sua magia.